Um dos seleiros de revelar craques, começa nesta sexta-feira, 2 de janeiro a tradicional Copa São Paulo de Futebol Jr.
Marcada entre os dias 2 e 25 de janeiro, a Copinha reúne 128 clubes, divididos em 32 grupos, com jogos espalhados por cidades de todo o estado de São Paulo. A final segue prevista para o dia 25 de janeiro, aniversário da capital paulista, no Pacaembu. O torneio mantém o formato tradicional: fase de grupos em turno único, 64 equipes classificadas ao mata-mata, jogos eliminatórios em partida única e decisão por pênaltis em caso de empate.
E dentre o espetáculo aparecem nomes e sobrenomes inusitados
OS NOMES MAIS CURIOSOS DA COPINHA 2026
Jacaré (Bragantino) – Apelido tradicional, geralmente associado a força e persistência, símbolo da irreverência do futebol raiz.
Loiola (Fluminense) – Sobrenome com origem na região espanhola de Loyola; no futebol, imprime personalidade e seriedade ao sistema defensivo.
Gorgulho (Fluminense) – Apelido raro, sem relação direta com o sentido literal; mais comum como marca de infância que se consolidou na base.
Negreiros (Athletic-MG) – Sobrenome tradicional, comum no Nordeste e Sudeste, carrega forte identidade familiar e cultural.
Wolmer (Náutico) – Nome pouco usual no Brasil, com possíveis origens germânicas; destaca-se pela sonoridade distinta.
Tetê (São Paulo) – Um dos apelidos mais conhecidos do país; diminutivo carismático que já se espalhou do futebol caseiro ao cenário internacional.
Lenin (Fortaleza) – Nome histórico, referência direta ao líder soviético, reforça a presença de homenagens familiares em registros cartoriais.
Kazim (Athletic-MG) – Nome de origem árabe que remete a autocontrole; incomum no cenário nacional, marca presença pelo diferencial.
Djhordney (São Paulo) – Criação fonética moderna, mistura influências culturais e simboliza a tendência contemporânea de nomes originais.
Leonício (Bragantino) – Derivado de nomes latinos ligados à força e liderança; sonoridade clássica com apelo tradicionalista.
Hwaskar (Fortaleza) – Nome raro, possivelmente ligado a raízes culturais incomuns no país; se destaca pela singularidade.
Mikel (Goiás) – Variação internacional de Miguel/Michael, presente em países da Europa e África, com identidade global.
Lukayann (Náutico) – Combinação moderna, próxima de Lucas e Ryan; síntese de tendências atuais no registro civil brasileiro.